Como as outras cidades, Toledo está localizada em uma colina. O Alcazar chama a atenção logo de longe. Era um antigo palácio fortificado que hoje é o Museu do Exército. Super super bacana, conta a história militar da Espanha chegando até o presente, incluindo missões na Antártida. Eu passei em torno de 2 horas dentro do museu. A parte de armamento, com todos os tipos de armas, de antigas baionetas até AK47, armaduras - nunca vi tantas e tão diferentes. Conta também um pouco sobre colonização de outras regiões, bem como um pouco sobre as grandes navegações e ainda bastante politica. Ou seja, não é somente um simples museu do exército.
domingo, 21 de julho de 2013
Espanha: Toledo
Como as outras cidades, Toledo está localizada em uma colina. O Alcazar chama a atenção logo de longe. Era um antigo palácio fortificado que hoje é o Museu do Exército. Super super bacana, conta a história militar da Espanha chegando até o presente, incluindo missões na Antártida. Eu passei em torno de 2 horas dentro do museu. A parte de armamento, com todos os tipos de armas, de antigas baionetas até AK47, armaduras - nunca vi tantas e tão diferentes. Conta também um pouco sobre colonização de outras regiões, bem como um pouco sobre as grandes navegações e ainda bastante politica. Ou seja, não é somente um simples museu do exército.
Espanha: Madri
Madri é uma
das minhas cidades favoritas. É um lugar tão cheio de possibilidades com uma
culinária fantástica, alguns dos melhores museus do mundo, lindas igrejas e uma
arquitetura fantástica.
Eu fui a
Madri em 2011 como parte de uma viagem de 8 dias ou melhor 7 dias e meio, entre
Madri e Lisboa e algumas cidades vizinhas, embora eu já tivesse ido para ambos
Portugal e Espanha, em outras oportunidades, ainda faltava conhecer suas
respectivas capitais.
Eu tenho um
pouco de pavor de cidade grande, tumultuada, com transito, pedintes e etc.,
porém ambas Madri e Lisboa são surpreendentes calmas, talvez seja por eu ter visitado em período de carnaval, porém estou gostei muito.
O plano era
ficar 4 dias em Madri e cidades vizinhas e 3 dias em Lisboa e cidades vizinhas,
e o meio dia para o transporte entre Madri e Lisboa. Obviamente foi um pouco
corrido, mas valeu a pena. No mais eu não sou uma dessas viajantes que fica
dias ou semanas em um lugar só, a única exceção seria se a viagem fosse um
pouco mais longa.
Cheguei a
Madri bem cedinho em um voo da Easyjet partindo de Londres. O tempo fechado, muito
frio e neve. Madri nem sempre foi a capital da Espanha, durante os anos de Império.
Madri na verdade foi escolhida capital pelo Rei Felipe II, que mudou toda a
corte de Toledo para Madri. Mas outras cidades como Vadollid, Toledo (reino de
Castela) e Saragoza (reino de Aragão) também já haviam tido seu espaço em serem
capitais de diferentes reinados.
Hospedei-me
em um lugar chamado Musas Residence, a região parecia um pouco duvidosa de
noite, porém durante o dia era bem tranquilo e na porta do Metro – estação Tirso
de Molina e não muito longe da Plaza Mayor. O ideal é se hospedar nas
redondezas da Plaza Mayor, onde você vai ter acesso a lojas, restaurantes e
café. Eu andei bastante em Madri, usei o metrô em raras ocasiões.
Coisas
bacanas para visitar em Madri: O Palácio Real, Parque do Retiro, Museu do
Prado, Museu Reina Sofia. Algumas praças como da Cibeles e Porta do Sol (centro
da cidade), região da grande via, Praça do Oriente e etc... São lugares bem
bonitinhos. O mercado São Miguel também achei bem legal, uma espécie de
mercadão central, porém bem "chiquezinho", pertinho da Plaza Mayor.
Infelizmente
não entrei na Catedral de Madri, pois estava fechada.
No primeiro
dia, me concentrei na região do Palácio Real, para a minha sorte naquele dia
depois das 3 da tarde a entrada era gratuita. Essa é a parte mais legal de
Madri, muitas coisas são pagas, mas quase todas têm dias e horários gratuitos. A
maior parte do tempo você tem de aproveitar descontos de estudante, membro da
comunidade europeia, entre outros. Claro que nos horários gratuitos os lugares
ficam cheio de gente. Quando fui ao Museu do Prado fiquei meio chocada com a
quantidade de gente, e se for tentar entrar em um dia gratuito aconselho a reservar
um bom tempo para a fila. O lugar fica tão cheio e nem parece que os turistas
estão de fato prestando atenção nas obras, todo mundo pega um folhetinho com as
obras mais importantes do lugar e saem à caça, chega até a ser engraçado, dai
acham a obra, olham por alguns segundos, colocam um x no folhetinho e saem à
caça da próxima obra. Aqui você encontrará diversas coleções de artistas de
lugares diferentes, e tudo dividido por regiões – Espanhol, Italiano, Holandês
e Flemish e Alemão. Há obras de Caravaggio, Rubens, Goya, entre outros. No mais
se você tiver um budget reduzido, verifique o que e quando é gratuito, assim
você pode organizar um itinerário bacana.
Nos dias
seguintes viajei para Segóvia, El Escorial e Toledo, e na volta sempre visitava
um lugar diferente. Um dia o parque do retiro um lugar absolutamente lindo, com
esculturas, vários pássaros e alguns pavilhões de exposições. No outro dia
visitei o Museu Nacional de Arte Reina Sofia, esperei o horário das 19 horas
para entrar de graça. Aqui você vai encontrar algumas obras modernas e também
famosas pinturas de artistas famosos como Pablo Picasso, Salvador Dali, Juan
Miró entre outros. As obras que mais chamam a atenção são Guernica e Mãe com
menino morto de Pablo Picasso. Eu nunca imaginei que o Guernica fosse uma obra
tão grande, e acabei impressionada com a pintura cubista retratando os horrores
da guerra.
Em outra
tarde, quando retornei do El Escorial, visitei o Parque do Retiro, o parque
mais famoso da cidade, bem popular tanto para os turistas como para os locais.
Aqui você pode alugar um barco para remar no grande lago local, visitar as
exposições temporárias, ou até o Palácio de Cristal – uma grande estrutura
totalmente de vidro.
Madri é uma
cidade fantástica, e vale a pena visitar as cidades vizinhas de El Escorial,
Toledo, Segóvia e Ávila, todas com fácil acesso e ônibus regulares.
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domingo, 7 de julho de 2013
Malásia: Pulau Tioman
Pulau Tioman é uma pequena ilha localizada a 30 km de Mersing na Malásia, para chegar até aqui você pode pegar um barco expresso e leva em torno de 2 horas e custa RM35 (em torno de 10 dólares). Eu estava bem cansada dos já 40 dias de viagem pela Ásia, então queria descansar, acordar no horário que quisesse sem gente no quarto para fazer barulho e fazer nada por 5 dias.
O lugar ainda é bem pouco desenvolvido. O barco vai fazer algumas paradas em diferente lugares da ilha. A travessia é tranquila, exceto se o mar tiver agitado, no meu barco tinha gente passando mal, então foi meio sofrido.
Eu fiquei no Air Batang, um lugar sem muita coisa além de um caminho cimentado beirando a praia, com hotéis bem simples e restaurantes igualmente simples do lado. Não há carros por aqui ou nenhum outro meio de transporte. Minha cabana tinha uma cama com uma cortina para evitar mosquitos, e um banheiro super simples, que o chuveiro era um cano que só saia água gelada. Essa praia é popular com os mochileiros e pessoas com pequeno budget. Minha cabana custou em torno de 10 dólares por noite. É importante tentar reservar a acomodação antes de ir para a ilha, caso contrário você pode não achar acomodação disponível. Eu reservei a minha onde comprei o ticket de barco para a ilha.
Antes de embarcar para a ilha fui há alguns grandes supermercados em Mersing e comprei bolachas, leite de caixinha, refrigerantes e pães, pois sabia que em Air Batang não teria nada.
Em Air Batang você conseguirá acesso à internet, mas vai ser bem caro por não mais que 10 ou 20 minutos. De manhã eu comia uma fruta e cereal com leite, tomava sucos de caixinha durante o resto do dia e comia uns snacks, e de noite eu jantava arroz frito com frutos do mar nos restaurantes de Air Batang, algo bem simples em torno de 4 dólares.
O lugar ainda é bem pouco desenvolvido. O barco vai fazer algumas paradas em diferente lugares da ilha. A travessia é tranquila, exceto se o mar tiver agitado, no meu barco tinha gente passando mal, então foi meio sofrido.
Eu fiquei no Air Batang, um lugar sem muita coisa além de um caminho cimentado beirando a praia, com hotéis bem simples e restaurantes igualmente simples do lado. Não há carros por aqui ou nenhum outro meio de transporte. Minha cabana tinha uma cama com uma cortina para evitar mosquitos, e um banheiro super simples, que o chuveiro era um cano que só saia água gelada. Essa praia é popular com os mochileiros e pessoas com pequeno budget. Minha cabana custou em torno de 10 dólares por noite. É importante tentar reservar a acomodação antes de ir para a ilha, caso contrário você pode não achar acomodação disponível. Eu reservei a minha onde comprei o ticket de barco para a ilha.Em Air Batang você conseguirá acesso à internet, mas vai ser bem caro por não mais que 10 ou 20 minutos. De manhã eu comia uma fruta e cereal com leite, tomava sucos de caixinha durante o resto do dia e comia uns snacks, e de noite eu jantava arroz frito com frutos do mar nos restaurantes de Air Batang, algo bem simples em torno de 4 dólares.
Você pode caminhar na direção norte até as praias de Penuba Bay ou Monkey Beach está última mais próxima de Salang. Na direção sul no fim do caminho você vai encontrar um bar na praia, onde quase todos os turistas vão durante o dia e noite, e se você continuar na trilha pode ir até a parte mais desenvolvida da ilha - Tekek.
Se você quiser fazer snorkel ou mergulhar, Air Batang não é a melhor opção, porém você pode organizar um passeio pelo seu hotel para uma das outras partes da ilha para aproveitar o coral e a água cristalina.
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Malásia: Kuala Lumpur
Eu cheguei em Kuala Lumpur depois de 15 dias no Vietnã, e embora eu vá dedicar outros posts para falar disso, eu estava sentindo falta do desenvolvimento. Minha primeira visão depois de sair do avião foram os fast-foods e marcas internacionais e embora você talvez não entenda isso no momento, a primeira coisa que fiz foi correr para comer um lanche com hambúrguer, batata frita e refrigerante. Eu nem aguentei o lanche inteiro, mas só o fato de poder comer algo diferente me deixou feliz. Há certos momentos que você aprende a apreciar as pequenas coisas. Eu passei 15 dias doente no Vietnã e absolutamente tudo que eu comia me fazia mal, e não havia nenhuma opção diferente.
Enquanto estive pela Ásia encontrei muita gente e havia opiniões mixtas sobre a cidade. Eu particularmente adorei. Kuala Lumpur tem de tudo, não é tão desenvolvido como Cingapura, mas não é como as regiões mais pobres do sudeste asiático, eu diria que depois de viajar pela Malásia por vários dias, é fácil o segundo país mais caro na região. É um lugar seguro e com excelente opções de transporte para todo o país.
É uma cidade
movimentada e cosmopolita - grande parte da sua população é de todas as partes
da Ásia incluindo Malaios continentais e insulares, Chineses e Indianos. Há
muitos turistas por aqui, e de modo geral a população é bem atenciosa, sempre
disposta a ajudar e dar indicações, e sempre sorrindo.
A cidade é um misturado de
arquiteturas entre o moderno e o colonial, e com muitos museus, galerias,
mercados, mesquitas, templos hindu. Chinatown e Little India definitivamente
valem uma visita, o distrito Colonial também. Entre todos os shoppings centers,
não se esqueça de visitar o que está na Petronas Tower.
Para se ter uma vista
da cidade pode subir no Skybridge, que é a ponte que conecta as duas torres da
Petronas Tower ou subir no Menara KL Tower, que te dá uma vista da cidade
incluindo das torres Petronas. Essa segunda foi a minha escolha, subi de noite
e não me arrependi. Achei a vista deslumbrante.
Kuala Lumpur está no
mapa dos grandes eventos como Formula 1, e por ter Budismo, Islã e Hinduísmo
presentes na Malásia há também muitos eventos religiosos em KL .
É possível fazer
algumas day trips saindo de KL. Eu fui somente a Batu Caves que é hoje um dos
maiores templos hindu fora da Índia. Batu Caves que está localizada a 13 km do
centro da cidade e é de fácil acesso por trem ou ônibus. Logo que você sai da
estação você já vê um dos templos e as cavernas. Cuidado com os macacos por
aqui uma vez que eles são bem agressivos, e podem atacar você se acharem que
você tem alguma comida ou levar outros itens como óculos.
Outros lugares
populares na Malásia para visitar são:
Cameron Highlands (cenário espetacular e plantações de chá), Ilhas
Perenthians (um par de ilhas maravilhosas), Ilha Langkawi (conjunto de 104
ilhas, destino popular para relaxar ou fazer curso de mergulho) e Parque
Nacional Taman Negara (florestas tropicais). Conheci alguns turistas que foram
até Sarawak e Sabah e mencionaram que é mais difícil viajar por essas partes
pois não tem tanta estrutura turística. Vale a pena se informar, eu não estive
em nenhum desses destinos.
Enquanto estive pela Ásia infelizmente fiquei muitas vezes em lugares indicados por outros viajantes, só em algumas exceções eu estava com os albergues reservados, em outras eu usei as indicações do meu guia, que alias recomendo muito - Southeast Asia on a Budget.
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terça-feira, 2 de julho de 2013
Camboja: Phnom Pehn
Phnom Penh é a capital
do Camboja, está a cerca de 310 km de Siem Reap e estava incluída no meu
destino somente por uns dias, para que eu pudesse pedir o visto para o Vietnã
na embaixada local, porém há várias coisas interessantes para se fazer por
aqui.
O Palácio Real é uma
das atrações turísticas junto com a Silver Pagoda, e o ingresso custa cerca de
$6. Embora seja proibido entrar no Palácio, há outros prédios no conjunto que
podem ser visitados, mesmo quando o Rei está presente – bandeira azul sob o
palácio indica que ele está presente.
O Toul Sieng Museu do
Genocídio (S21) é onde o Khmer Vermelho começou seu reinado de terror. A
entrada custa $2. Aqui uma escola de ensino médio foi transformada em presídio
e centro de interrogação. É provavelmente uma das coisas mais impressionantes
que já vi na minha vida. Não só porque aconteceu recentemente, mas porque há
restos de sangues ainda em vários lugares. Há uma área do museu com foto dos
prisioneiros – homens, mulheres e crianças, e suas histórias e ainda com os
objetos usados para as torturas. O lugar foi deixado quase intacto de como foi
achado pelas Forças Libertadoras do Vietnã, com exceção dos 14 corpos
desfigurados encontrados no lugar e que foram enterrados no playground da
escola.
As salas de aula foram
divididas em pequenas celas ou áreas onde os prisioneiros eram presos com
correntes. Mais de 20 mil pessoas foram presas e torturados aqui entre 1975 e
1979, entre eles médicos, estudantes, professores, monges todos suspeitos de atos antirrevolucionários. Os poucos sobreviventes eram pessoas que tinha algum tipo
de habilidade usada pelo Khmer Vermelho como mecânicos ou pintores, um deles
está na saída do museu pedindo doações. Embora seja um lugar super deprimente,
é sempre importante aprender os horrores ocorridos no passado, para que não
deixamos que se repitam no futuro. Há ainda informações atuais sobre o
julgamento das pessoas envolvidas no Khmer Vermelho. Para quem se interessar há
ainda o campo de extermínio para visitar – Choeung Ek, localizados há 15 km da
cidade.
De Phnom Penh segui para Ho Chi Ming City (245
km) no Vietnã.
Camboja: Os Templos de Angkor
Quando ao Camboja um ingresso
para os Templos de Angkor custava $20 para um dia e $40 para três. Eles tiraram minha foto na hora e
imprimiram meu ingresso. Você podia comprar o ingresso para um dia e no dia
anterior ir assistir ao por do sol depois das 5:30 da tarde. Eu não sabia
disso, e só comprei o ticket de um dia e achei mais que o suficiente. O parque
abre oficialmente as 5:30 da manhã até as 5:30 da tarde. Aproveitei e passei o
dia nos templos, paguei um motorista de tuk-tuk cerca de $10 e ele passou o dia
me levando a todos os templos que eu queria ver.
Angkor é um lugar
imenso - 3 mil metros quadrados, então é de fato impossível ver TODOS os
templos e monumentos em um dia. Alguns templos não são nada mais do que ruínas,
então perguntei ao motorista se ele tinha um roteiro recomendável, não vou
dizer que me lembro de todos. Alguns eu fiquei bastante tempo outros não fiquei
nem 5 minutos.
A era de Angkor
começou quando Jayavaran II se declarou Deus-Rei da região, e foi o primeiro de
uma sucessão de 39 monarcas do que foi na época o reinado mais poderoso do
Sudoeste Asiático. Nessa época muitas das construções eram repletas de toques
bem imaginativos, com sistemas de irrigações complexos e cidades muradas
magnificas, esses projetos imensos deixaram a cidade vulnerável. Depois de
muitos ataques da vizinha Siem, Angkor foi abandonada e virou a cidade perdida
e foi tomada pela floresta local por volta do século 15.
Angkor Wat: temple
hindu com suas torres em formas de cone, com sua parede de mais de 700m
totalmente esculpida e também uma das maiores obras “the Churning of the Ocean
Milk” que conta a criação com seus deuses e espíritos do mau.
Angkor Thom: cidade
murada que foi a ultima capital da Era de Angkor, que diz ter sido habitada por
mais de 1 milhão de pessoas. Com várias imagens de deuses e demônios contando a
história do “the Churning of the Ocean Milk”. Aqui você ainda vai encontrar o
templo de Bayon, o Terraço dos Elefantes e o Terraço do Rei Leper.
Ta Phrom: é o templo
invadido pela floresta. Diferentemente dos outros templos que foram
restaurados, nesse lugar as raízes e caules das imensas arvores se misturam com
as pedras do templo. Aqui foi filmado Tomb Raider.
Banteay Kdei:
diferentes decorações budistas do século 12, muitas em terrível estado de
conservação, porém criando um efeito arquitetônico diferente.
Roluous group: foi a
primeira capital do império, aqui você vai encontrar os templos mais antigos do
local – Bakong, Preah Ko e Lolei.
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