sábado, 27 de dezembro de 2014

Vietnã: Ho Chi Minh City (Saigon), Delta do Mekong e Túneis de Cu Chi

Minha aventura pelo Vietnã começou em Ho Chi Minh City ou antiga Saigon. 

Por ser uma cidade grande, Ho Chi Minh City oferece uma variedade de acomodação, compras e alimentação para todos os gostos e bolsos.


A maior parte das atrações da cidade está no Centro ou na área ainda chamada de Saigon. Aqui há alguns templos e mesquitas, parques, estatuas casas coloniais, mercados e museus incluindo o da Cidade de Ho Chi Minh (Ho Chi Minh City Museum). Outras atrações da cidade são o Jade Emperor Pagoda, o templo mais interessante da cidade e Chinatown. 



Se você for andar a pé pela cidade notara um transito quase caótico, com várias motocicletas. Eu fiquei chocada e não sabia como atravessar a rua, então escrevi um post especifico sobre isso. Clique aqui para aprender a atravessar a rua no Vietnã.


Curiosamente que no meio desse caos, passei por parques de manhã e no fim da tarde e vi vários grupos de pessoas de todas as idades se exercitando. Também vi muita gente fazendo comércio de rua - vendendo peixe, flores, pão e etc.


Há algumas opções de viagens de um dia saindo daqui. As mais tradicionais são os tuneis de Cu Chi, a igreja de Cao Dai e o passeio pelo Delta do Mekong.  

O interessante nos túneis de Cu Chi é ver como os Vietcongues criaram maneiras de parar as tropas americanas, com várias armadilhas em mais de 250km de túneis. No começo do tour você assiste um filminho que repete várias vezes que os americanos não eram bem vindos e não deviam estar lá. 

Hoje os túneis são mais largos para que os turistas possam vê-los por dentro. Entrei em um deles, e a sensação de andar em um lugar totalmente abafado e totalmente escuro é meio atordoante e claustrofóbico. O interessante é que os Vietcongues criaram cidades subterrâneas, com até 4 níveis de túneis, onde havia dormitórios, salas de reuniões e até latrinas. 

Há ainda tanques e outros armamentos da época. Para quem se interessar, por uma pequena taxa, é possível praticar tiro com uma AK-47. 

A igreja de Cao Dai é bem interessante. Essa nova religião fundada em 1926 é fusão de religiões do ocidente e oriente – catolicismo, taoísmo, budismo e confucionismo. Quando cheguei estava havendo um culto, e foi bem bacana ver os lideres da igreja, cada um vestido em uma cor diferente representando cada uma das 4 religiões, e os seguidores todos cantava e rezavam juntos. A igreja em si tem uma pintura bem bonita com seus pilares rosa com dragões verdes. O tour custou em torno de 5 dólares incluindo os túneis de Cu Chi e igreja de Cao Dai.

O passeio pelo Delta do Mekong também foi super legal. Saímos bem cedo, um tour de 8 pessoas, incluía almoço e café da tarde com frutas da região, um passeio de barco no rio e também nas tradicionais canoas. 


Durante o tour ouvimos musicais locais, vimos como eles fazem um doce tradicional, tomamos um vinho esquisito com escorpião e cobras, e aprendemos um pouco mais sobre a região. 


Ainda tivemos a oportunidade de segurar uma cobra phython (tomei um susto com a cobra, que piadinha à parte, começou a entrar no meu shorts e não queria sair de jeito nenhum) e provar mel direto da colmeia. Paguei em torno de 7 dólares pelo passeio e acho que valeu a pena.
My Tho é a cidade no delta do Mekong mais próxima de Ho Chi Minh - somente 70km. Para quem se interessar há também um mercado flutuante em Can Tho.

Curiosamente, para os turistas no Vietnã, a moeda local é o dólar americano. Acomodação, alimentação e tours, tudo pago em dólar americano. Inclusive os caixas eletrônicos vão disponibilizar esse moeda para você.  

Para chegar ao Vietnã peguei um ônibus em Phnom Penh no Camboja, com destino a Ho Chi Minh City. A viagem foi tranquila e cruzar a fronteira foi tranquilo também.

Para entrar no Vietnã é preciso de visto, como eu não sabia muito bem quando ia para o Vietnã já que estava mochilando sem datas fixas, quando cheguei ao Phnom Penh no Camboja, fui na embaixada do Vietnã e pedi o visto lá e paguei 25 dólares.


Uma recomendação em termos de saúde, muito cuidado com a alimentação e água que você consumir pelo Vietnã. Recomendo até escovar os dentes com água mineral, pois eu fiquei muito doente durante toda a viagem pelo país.

Fiquei em um hostel chamado Yellow House, localizado em uma viela no centro da cidade, tinha café da manhã super simples incluido, mas era um lugar popular entre os mochileiros e recomendado no Rough Guide Southeast Asia que eu estava usando. Posso dizer que detestei e não recomendo.

De Ho Chi Minh City segui para Nha Trang, uma cidade de praia, usando um passe de ônibus. Vou contar mais sobre transporte em um post diferente.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Brasil: Bonito - Rio da Prata

Eu estava bastante empolgada para fazer a flutuação do Rio da Prata. Eu já havia feito a flutuação da Barra do Rio Sucuri, mas todo mundo que eu conhecia dizia que esse era o melhor passeio. Para ajudar o meu hostel (Hostel Papaya) reservou o Rio da Prata para meu ultimo dia, dizendo que seu eu fizesse esse passeio antes, não ia aproveitar os outros porque ia ficar comparando. 

Bom, não preciso nem dizer a expectativa que eu estava. O Rio da Prata é parte do mesmo grupo da Fazenda Estância Mimosa - passeio que eu havia feito no dia anterior, e adorado.

Posso dizer que se você for a Bonito e escolher uma flutuação, na minha humilde opinião, o Passeio do Rio da Prata, é O PASSEIO. 

A recepção do Rio da Prata não é tão bacana quanto o do Estância Mimosa, há um café e chá no começo, mas sem o pão de queijo. Mas o lugar é lindo, repleto de papagaios.

Depois de uma pequena explicação, recebemos nossas roupas de neoprene e seguimos para o caminhão que nos levara até o começo da trilha. Se você não tiver uma câmera aquática, poderá alugar uma aqui. Não lembro o preço. Eu tinha uma, com pouquíssima bateria (andei por todas as lojas de eletrônicos em Bonito procurando um cabo para carregar), então tirei somente algumas fotos.


A trilha pela mata ciliar é bem tranquila, e é possível encontrar diversas espécies de árvores e animais, incluindo coati, queixada, macacos, entre outros. O nosso guia se chamava Asa, ele era bem simpático e explicava pacientemente todas as diferentes espécies de árvores pelas quais passávamos.


Uma vez na nascente do rio, todo mundo faz o teste com o equipamento - mascara e snorkel, para ter certeza que está tudo certo. Aqui a água é super transparente, devida a formação calcária, e repleto de peixes.

Posso dizer que uma das coisas que mais me impressionaram foi o tamanho dos peixes dourados no rio. Eles tem uns dentinhos para fora, e deu até um pouco de medo na primeira vez que trombei um. De modo geral você pode deixar a correnteza de levar, sem ter de fazer muito esforço. A roupa de neoprene ajuda a boiar, então você só precisa mesmo aproveitar o passeio.

Descemos o rio por 2000 metros, nesse ponto o rio fica bem fundo, e a água mais turva. Aqui há a opção de seguir o rio abaixo de barco, ou continuar na água. Confesso que eu estava bastante cansada e com fome. Mas segui na água. No total o passeio durou 4 horas.

Quando chegamos no ponto final, há uma sacola com nossos itens pessoais (roupas e toalhas - você tem de trazer a sua). Uma vez fora da roupa de neoprene, seguimos no caminhão de volta a recepção.

O almoço tipíco e bem simples estava delicioso, e a sobremesa então, ainda melhor. Eu que não sou fã de doce de leite, aproveitei bastante. 

Preço em Outubro de 2014: Rio da Prata custa R$168 com almoço mais R$45 para o transporte compartilhado. Os preços dos passeios são tabelados em Bonito e o meu hostel (Papaya Hostel) organizou todos os meus passeios antes mesmo da minha chegada à cidade. O passeio do Rio da Prata é um dos mais populares então tente organizar com alguma antecedência.

De lá seguimos para o passeio do Buraco das Araras. Eu não paguei pelo passeio, então fiquei esperando meu grupo por cerca de 1 hora e meia. Nesse passeio você fará uma pequena trilha até a beirada de um grande buraco, com várias árvores repletas de araras. Como eu já havia visto araras em vários lugares diferentes, não me interessei.


Clique aqui para mais informações sobre o Rio da Prata.

Brasil: Bonito - Estância Mimosa

No meu quarto dia em Bonito fui fazer o passeio da Fazenda Estância Mimosa. 

Esse foi de longe meu passeio favorito. Para quem mora nas selvas de pedra, é um privilegio ter contato com a natureza, e ver os animais silvestres em seu ambiente natural.

Aqui os humanos também fazem um papel bem legal. A começar pela recepção que é fantástica. Chegamos um pouco cedo desse modo tivemos tempo para apreciar o lago com jacarés e um café delicioso servido com pipoca e um tipo de pão de queijo (que não era pão de queijo mas muito gostoso). 

A Estância Mimosa é um lugar repleto de cachoeiras. A primeira parte do passeio inclui uma rápida trilha e depois um percurso de 500 metros em um barco a remo até chegar em uma das cachoeiras. Não se preocupe pois o esforço vale a pena. Voltamos de novo ao barquinho, até a trilha principal.

Durante nosso passeio passamos por mais 7 cachoeiras, uma mais linda que a outra. Em uma delas havia uma pequena caverna, e como a água era bem funda e com uma certa correnteza, o guia recomendou a todos os participantes para usarem coletes salva vidas, para evitar afogamentos em caso de câimbras, ou outros problemas. 


Em uma das ultimas cachoeiras havia uma plataforma de 6 metros de altura, aventura para os mais corajosos. Eu adoro passeios repletos de adrenalina, mas confesso que atividades que possuem qualquer tipo de queda livre não são muito meu tipo (ando juntando coragem para saltar de paraquedas), então achei que já que a vista era bem bonita eu podia tomar coragem e saltar os 6 metros. Confesso que quando a menina da minha frente pulou e gritou, minha coragem quase me abandonou. Um dos meninos do grupo filmou meu salto, e é possível me ver lá em cima, olhando para baixo analisando a situação. No fim fechei os olhos e saltei. Super valeu a pena, mas não quis ir de novo.

Como a trilha tem de ser feita de sapato fechado, nada de querer inovar e pensar em ir de chinelo, o problema maior é o seguinte, você fica no processo de colocar e tirar o sapato para entrar na água, então é bom trazer uma toalha. A segunda alternativa é alugar uma das botas de neoprene, que você pode usar para caminhar e entrar na água. Se não me engano custava R$4, eu hoje alugarei pelo seguinte, as vezes você esta nadando na água e acaba batendo os dedos e pês nas pedras. O sapato também ajuda a escorregar menos nas pedras. 

Depois de nadar e caminhar bastante era tempo de voltar para a fazenda. Lá nos serviram um almoço de comida caseira simples porém deliciosa. O pessoal da fazenda era muito legal e simpático. E dei sorte que o grupo com quem fui foi bem bacana também. Eu havia conhecido um dos casais no passeio ao Pantanal no dia anterior. Por isso não canso de recomendar, seja educado, pois você certamente encontrará alguma das mesmas pessoas em passeios diferentes. 


Durante o passeio conheci pessoas do grupo que haviam feito o passeio do Passo da Onça, e me contaram que a diferença entre os passeios são: na Estância Mimosa é possível entrar e nadar em várias cachoeiras, enquanto no Passo da Onça você verá uma das cachoeiras mais altas do Brasil, mas não poderá nadar em todas as cachoeiras. Lá há a oportunidade para fazer rapel também. 

Para quem tiver tempo e fundos, há ainda a opção de fazer o passeio de cavalo.

No total caminhamos em torno de 2800 metros, e o passeio durou um pouco mais de 3 horas. 

Preço em Outubro de 2014: Estância Mimosa com almoço R$132, e o transporte R$35. 

Você pode organizar os passeios nas diversas agencias da cidade. O preços são tabelados. Eu organizei tudo pelo Papaya Hostel onde me hospedei. 

Clique aqui para mais informações sobre a Estância Mimosa.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Brasil: Bonito - Gruta da Lagoa Azul e Barra do Rio Sucuri

No meu segundo dia em Bonito eu fui fazer o passeio da Gruta da Lagoa Azul e a flutuação da Barra do Rio da Prata. Como eu estava indo de transporte compartilhado às 7:30 eu tinha que estar pronta na porta do hotel. A van passa por várias pousadas, hoteis e hostels pegando os outros passageiros. E isso acontecia diariamente. 

Meu passeio ia levar o dia inteiro, e ainda inclui uma parada na Gruta de São Miguel. Como eu não quis fazer esse passeio, tive que esperar por 1:30 hrs enquanto os outros passageiros faziam o passeio. A parte boa é que o receptivo da Gruta de São Miguel era bem legal pois havia vários pássaros por perto incluindo papagaios e araras vermelhas, e até um wi-fi gratuito. 

Se você nunca foi à grutas e cavernas antes, vale a pena observar as formações calcárias aqui incluindo estalactites e estalagmites. Eu já estive em outras grutas então resolvi economizar. O passei custa R$48 não incluindo o transporte.
De lá seguimos para a Gruta da Lagoa Azul que fica bem pertinho da Gruta de São Miguel. 

Aqui o visual é bem diferente comparado a Gruta de São Miguel. O receptivo não é tão bacana, pois falta investimento, principalmente ao acesso até a gruta, onde há uma obra inacabada.

Primeiro você fará uma caminhada de 300 metros pela mata, depois uma escada bem ingrime e escorregadia com quase 300 degraus que te leva até bem perto da lagoa. A primeira parte da escada não possui nenhum tipo de corrimão, já na segunda há um corrimão de corda. Se chover seu passeio será cancelado, pois a escadinha fica bem perigosa. 

A vista da Gruta da Lagoa Azul é sem igual, provavelmente uma das coisas mais belas que já vi. Você até esquece os outros probleminhas. O passeio custa R$45 mais R$25 para o transporte compartilhado.
Ao fim do passeio, voltamos ao centro para deixar alguns turistas e pegar alguns outros, e por volta das 13 hrs eu já estava na Barra do Rio Sucuri onde faria a minha flutuação.

O Rio Sucuri é um rio pequeno - somente 1900 metros, e para o passeio percorremos em torno de 1300 metros. O passeio em si dura aproximadamente 2 horas.


Aqui também não há um receptivo bacana, e o nosso grupo tinha somente 6 pessoas. Logo que nosso guia chegou fomos pegar nosso equipamente que incluia a roupa de mergulho, sapatinhos de borracha, colete salva-vidas, mascará e snorkel. 

Há armários com cadeado para você colocar seus pertences, banheiros e chuveiros. Se você não tiver câmera aquática poderá alugar aqui.

Tudo pronto, seguimos por uma pequena trilha até o rio. Um rápido teste do equipamento na água, explicação do guia para somente flutuarmos e evitar a todo custo tocar o fundo do rio com os pés para não levantar areia. 

Agora tudo pronto para começar o passeio de flutuação. Só que não. Todo mundo para o barquinho a remo, e vamos lá, subir rio a cima por quase 1 quilômetro. 

A água é muito transparente, a vegetação do rio é bem interessante porém não há muitos peixes. Você ainda poderá ver macacos pregos nas arvores pela margem do rio e também vários pássaros. 

O guia nos segue no barco, orientando, e se você se cansar pode subir no barco. No geral a correnteza é tranquila, e você não precisa se esforçar muito, é só se deixar levar e aproveitar a vista.


A Barra do Rio Sucuri custa R$99 e R$25 pelo transporte compartilhado. Nesse valor inclui a taxa do guia, seguros de acidentes e equipamentos.

 Há ainda uma outra opção que inclui a nascente do Rio Sucuri + flutuação + almoço custa R$168 o que não inclui o transporte. Mais informações sobre o Rio Sucuri aqui.

O passeio compensa bastante, porém se você for fazer somente uma flutuação - eu fiz duas - recomendo fazer somente o Rio da Prata.

No dia seguinte fui para o Pantanal.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Brasil: Bonito e Balneário Municipal

Oh, que Bonito!!!

Bonito é provavelmente um dos lugares mais bonitos em que já estive. Não é à toa que tem este nome. Se bem que chamar a cidade de Lindo também seria bastante apropriado.

 Aqui a fauna e a flora são sem igual. Porém Bonito não é um lugar que você vem para aproveitar a cidade. Vir até aqui e não fazer os passeios pelas fazendas é perder tempo.

A cidade hoje tem um dos projetos de eco-turismo mais bem desenvolvido do Brasil.

Vou contar um pouco dos passeios que fiz em posts diferentes, e depois falo um pouco sobre as outras opções de passeios.


Se você estiver viajando sozinho/a não se preocupe pois você vai conhecer muita gente nos passeios. Se esforce para ser sociável, pois é bem provável que você encontre as mesmas pessoas em outros passeios. O sucesso do seu passeio vai depender bastante do grupo, mas exceto em alguns casos, conheci muita gente bem legal.

Quase todos os passeios são fora da cidade, então se você vier sem carro terá poucas opções: transporte compartilhado ou táxi privativo, ambos valores dependerá da distância percorrida. Para os passeios mais perto você pode também alugar uma bicicleta. A bicicleta custava R$20 por dia no meu hostel, mas não cheguei a usar. Eu fui para o Balneário Municipal de moto-táxi que custou R$30 ida e volta.

Cheguei em uma segunda feira em um voo São Paulo - Guarulhos, até Campo Grande. Lá um rapaz da Terra Transportes já me aguardava. A moça do hostel onde eu fiquei já havia organizado tudo, e custou R$80 - o preço é tabelado entre as transportadoras que fazem o percurso Bonito-Campo Grande. Eu cheguei as 8:30 da manhã e as 9:30 da manhã uma van foi nos buscar no aeroporto. Às 1:30 da tarde eu chegava à Bonito. 

Onde me hospedei: 
Me hospedei no Papaya Hostel Bonito. Uma equipe pequena, porém muito legal toma conta do lugar. 

Quando eu estava procurando um lugar para ficar e organizar os passeios, acabei achando o Papaya, e assim que contactei o hostel, a Jennifer, respondeu todas as dúvidas, sugeriu passeios e não ficou enrolando para me dizer o preço de nada, o que achei muito legal.

Eu fiquei no dormitório feminino, com 3 beliches e banheiro. O preço para o dormitório é R$35* por noite incluindo um simples porém gostoso café da manhã.  

Há no quarto 6 armários então você pode deixar suas coisas tranquilamente. Para alugar o armário você precisa deixar um depósito de R$5, que você pega de volta no fim da sua estadia. 


No Papaya você ainda tem acesso a uma sala de televisão e computador, piscina, redes, churrasqueira, cozinha e wi-fi grátis. Vou mencionar para os alérgicos que 3 gatos "quase" siameses também moram por aqui.

Um pouco sobre a cidade: 
De modo geral Bonito não é um lugar baratinho para os mochileiros. As lojas e restaurantes estão em grande maioria na rua principal - Rua Coronel Pílade Rébua, então procure uma acomodação que não fique longe de lá.

Como perto do hostel havia um grande supermercado chamado Santos, eu aproveitei para comprar refrescos e miojos por lá. Porém se dinheiro não for problema há muitos restaurantes legais na cidade, servindo uma variedade de comidas caseiras e peixe. A Casa do João e o Oca pareciam sempre popular e movimentado. 

Como o almoço nos passeios que fui era sempre bem gostoso e farto, eu não jantava muita coisa. Então fui duas vezes à Pastelaria Pastel Bonito onde o pastel era bem gostoso e fui também ao Arco-Íris Restaurante, com várias opções de pratos quentes, hambúrguer e pizza, com preços relativamente baratos para a cidade. Ambos bem perto da praça principal.

Para quem gosta de comprar lembrancinhas, não faltam lojinhas na rua principal com uma variedade de itens de decoração, camisetas, entre outros.

Balneário Municipal:

Depois que cheguei, descansei um pouco e fui para o Balneário Municipal, infelizmente o tempo não estava muito legal, e eu aproveitei somente uns 30 minutos na água, e começou a chover. O lugar é bem bacana, recheado de peixes, uma água bem calma e transparente.

O Balneário tem uma estrutura bem legal com salva-vidas simpáticos, banheiros, área para churrasco, mesas para piquenique, quadra de vôlei de areia, bares/restaurantes, possibilidades para alugar câmeras aquáticas e colete salva-vidas. Se você quiser, também pode comprar uma ração lá para alimentar os peixes. A entrada para o Balneário custa R$25 e no domingo a entrada é permitida só para os moradores da cidade.

Na hora de ir embora, meu moto-taxista chegou 20 minutos atrasado, e por causa da chuva não havia nenhum sinal de telefone. Fiquei preocupada de não ter como voltar, então organize tudo direitinho. No caminho de volta para o hostel quase batemos em um carro. Achei emoção demais para um primeiro dia.

No dia seguinte fui para a Gruta da Lagoa Azul e fiz flutuação na Barra do Rio Sucuri.

*Todos os valores da baixa temporada em 2014