quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Bélgica - Bruxelas, Antuérpia, Bruges e Guent

 Em 2007 fui encontrar alguns amigos em Paris e depois segui sozinha para a Bélgica e Holanda. Nessa viagem fiquei somente 2 dias em Paris, e isso não é nem de perto o suficiente, porém como eu já havia estado em Paris outras vezes e contarei isso em um post mais detalhado outro dia.

Meu passeio começou em Bruxelas, na Bélgica. Cheguei meio desempolgada pensando em ir a Brugges o mais rápido possível. A estação de trem era imensa e eu não conseguia entender os mapas da própria estação. Finalmente achei a saída e para meu choque logo na porta tinha um homem fazendo as necessidades na calçada, tinha um grupo de garotos sendo roubados por um trombadinha,
a maior sujeira e pessoas esquisitas. Imagina a impressão que eu fiquei? Depois disso andei um tempinho até achar meu albergue, na área árabe da cidade.

Bom finalmente ia começar meu passeio. O centro de Bruxelas é uma graça, com a praça principal e o prédio da prefeitura, e é ainda melhor caminhar comendo um delicioso chocolate belga, e talvez curtir uma boa cerveja no fim do dia (ou durante o dia!!). A cidade tem muitos museus incluindo o museu de instrumentos musicais, de ciências naturais e o Magritte Museum (museu de artes) e uma imensidão de jardins. Outra sugestão é um passeio até Atomium, uma estrutura de ferro em formato de átomo aumentado 165 bilhões de vezes.

Eu aproveitei para ir ver a sede da União Europeia, mas naquela época, em 2007, não tinha nada além de um grupo de prédios. Atualmente foi inaugurado o Parlamentarium dentro do centro de visitas do Parlamento Europeu. Lá você faz um tour virtual e aprende um pouco sobre cada membro da União Europeia.

No dia seguinte segui para Bruges. A cidade é considerada a Veneza do Norte, com os seus canais que um dia levavam ao mar e ruazinhas medievais. O centro histórico é uma graça, e ainda é considerado Patrimônio da Humanidade. A cidade ainda tem uma obra de Michelangelo na Igreja de Nossa Senhora - a estatua da Virgem Maria com criança.






Ainda fiz uma parada em Gent, como cheguei tarde não consegui entrar no castelo. A região mais badalada da cidade ainda é onde estão as ruazinhas medievais, e a vista do que era para ser o antigo porto da cidade, que tem uma vista da igreja ainda é considera umas das vistas mais bonitas

Minha útlima parada da Bélgica, Antuérpia, a cidade dos diamantes, 80% dos diamantes do mundo fora são polidos na cidade, porem não consegui achar o museu dos diamantes, e eu estava cansada demais, deixaria para ver os diamantes em Amsterdã.

Ainda em Antuérpia passei por uma feira local da cidade e adivinhem? O Waffle belga continua delicioso e os chocolates belgas então, nem se fale, porém na feira encontrei uma iguaria que não esperava: coração de frango, sim isso mesmo, eu nunca tinha visto isto antes pelas minhas andanças européias.


Antuérpia está na região dos Flandres (alias Bruxelas e Guent também estão), e ficou famosa pelas obras de Rubens (pintor). A região do Flandres foi disputada pela Franca e Inglaterra na Guerra dos Cem Anos. E por muitos anos o porto de Antuérpia foi um dos mais importantes da Europa, e está somente a 88Km de Roterdã (Holanda, minha parada seguinte...).



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Portugal: Porto, Guimarães e Braga em 3 dias

Por um fim de semana em 2010, fui conferir a terra de nossos colonizadores. Deixando o preconceito e as piadas de portugueses de lado, achei o pouco que vi muito encantador.

Para o pessoal que conhece o sobrenome Miragaia, Gaia é um bairro do outro lado do Rio Douro (ainda parte do Grande Porto), e uma pequena porção de casinhas do lado oposto possui o nome de Miragaia, que significa o local de onde se vê Gaia.

Gaia é a região onde estão as caves, que é onde produzem o famoso vinho do porto. Visitei uma delas, a cave de Calém e aprendi um pouco sobre como fazem os vinhos e um pouco sobre as uvas. Parte por parte, as uvas são produzidas a mais ou menos 80 km de Porto, as raízes das plantas são americanas, pois as raízes europeias não são resistentes a um tipo de praga, que da por aquelas regiões. Então eles levam as raízes dos Estados Unidos e "conectam" as plantas europeias.

A terra da região é de xisto.  Aparentemente, terras com xisto no solo não servem para plantar quase nada, porém para aquela região é ideal, e ajuda manter o solo na temperatura ideal durante o dia e a noite.

Bom, vi uns tanques que cabem 60 mil litros de vinho e são feitos de uma madeira que vem da França. A madeira é excelente e impermeável, então no ultimo século quando Porto sofreu com algumas enchentes, as águas invadiram as caves de Calém, porém os vinhos que estavam nos tanques não sofreram nenhum tipo de contaminação. Outra coisa, quando vão limpar o tanque, para remover restos de fruta e etc, mesmo com o tanque vazio, o álcool ainda está impregnada dentro do tanque, e a pessoa que limpa precisa usar mascara para não se intoxicar (o álcool no  vinho de Calém eh de 20%). Vale lembrar que várias caves tem entrada gratuita, incluindo a Calém, você provavelmente vai entrar em um tour guiado com hora marcado. As mais populares são: Taylor, Calém, Graham's.

Depois de ouvir sobre vinho, uva e em quanto tempo consumir o seu vinho aberto, era hora de finalmente provar o vinho produzido lá, que por sinal era delicioso. Me empolguei tanto que comprei 3 garrafas. Passei o resto do dia andando com 3 garrafas na mochila, subindo e descendo todas as ladeiras, até que lembrei que eu não poderia entrar no avião com as garrafas, pois só possuía mala de mão, com limite de 100ml para líquidos, cada garrafa tinha 375 ml. Acabei deixando de presente para o pessoal do albergue, porém tive que tomar uma das pequenas garrafas e como bebi muito rápido não sei nem como cheguei ao aeroporto.

O centro de Porto é compacto então dá para fazer todo o centro caminhando, porém é um pouco cansativo visto que a cidade está em um morro. A vista do Rio Douro e das outras pontes que ligam a cidade de um lado ao outro é bem bonita principalmente a da ponte de ferro D Luis I. Assim como a Catedral Porto Sé, do século 12 ou 13 e que recebeu uma reforma no estilo barroco 500 anos depois. Outros pontos que recomendo é o Palácio da Bolsa, Estação de Trem São Bento, a Igreja São Francisco e a Torre dos Clérigos.

Porto é um lugar tão simpático que vale a pena simplesmente andar pela cidade admirando seus antigos prédios e vielas saindo de qualquer ponto da Praça da Liberdade. Há um Posto de Turismo na Praça Dom João I. Se você cansar talvez valha a pena pegar um daqueles ônibus turísticos, que custam em torno de 20 euros, mas percorre longas distâncias e ainda te da direito a um passeio de  barco no Rio Douro.

Também aproveite os 3 dias de Porto para fazer um passeio rápido a Braga e Guimarães. Ambas as cidades são acessíveis de trem ou ônibus. Eu peguei um trem de Porto a Braga e depois um ônibus de Braga a Guimarães, pois era mais pratico que o trem e de Guimarães um trem de volta para Porto. Tudo isso me custou em torno de 2,15 euros por cada jornada.

Porto tem boas opções de restaurante para todos os bolsos. Eu jantei uma noite em um pequeno restaurante em uma das vielas no centro. Lembro de comer arroz, peixe, salada e fritas por algo com 10 euros. Achei barato e a comida gostosa. Aqui você também acha os famosos fast-foods com preços baratos.

Acomodação na época fiquei no Andarilho Oporto Hostel. Paguei 17 euros por noite em quarto misto para 6 pessoas, com banheiro no quarto e café da manhã incluso. Na época o recepcionista que preparava o café de acordo com o momento que ele tinha vontade, ou seja se você acordou com pressa já era. Outra coisa é que embora o hostel seja em um lugar movimentado durante o dia e perto do metrô, de noite eu achei meio perigoso, já que não tinha movimento nenhum. O recepcionista também parecia não ter muito respeito por aqueles que queriam dormir já que ficava tocando música alta até de madrugada. Desse modo não gostei da minha estádia nesse albergue. Como isso aconteceu em 2010 talvez tenha melhorado.

Para mais informações o link oficial da cidade com informações sobre turismo e atrações culturais. Clique aqui

Guimarães

Guimarães é uma pequena cidade no Distrito de Braga, embora pequena Guimarães teve um papel histórico fundamental pois é onde Portugal começou.

O centro da cidade é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade. E um pequeno passeio por suas ruas com monumentos e jardins encanta a qualquer um. Vale lembrar que não é só de passado que vive Guimarães, a cidade foi escolhida a Capital Europeia da Cultura em 2012.

Passeios em Guimarães inclui: Castelo de Guimarães, Palácio dos Duques de Braganza,

Penha Mountain, Teleférico da Penha, Largo da Oliveira, Igreja da Oliveira, Padrão do Salado e Casa de Sezim (5km da cidade).




Braga

Braga é a mais antiga cidade portuguesa, e foi fundada ainda nos tempos romanos.  É também uma das mais antigas cidades católicas do mundo, desse modo há várias igrejas estão espalhadas pela cidade, inclusive o Santuário do Bom Jesus no alto de uma colina.

Vale dar uma andada pela cidade incluindo a Praça da República, um bom lugar para tomar um café ou somente observar o vai e vem das pessoas.



sábado, 10 de novembro de 2012

Abençoados sejam os Romanos - Sul da França e Mônaco (Avignon, Nimes, Cannes & Nice)


Permita me explicar o titulo deste post. Abençoados sejam os Romanos que deixaram um legado em termos de história, cultura, arquitetura, e colaboram em expandir o latim. Durante a expansão e domínio do império romano pelo continente Europeu eles também  construíram diversos monumentos, aquedutos, templos e etc. Hoje o que restou desses monumentos é usado como atrações turísticas da Escócia até o Oriente Médio. 

 Essa curiosidade sobre o império romano sempre me leva a algum lugar, e desse modo comecei minha viagem pelo sul da França em 2010, não só pelos romanos, mas também para comemorar o fim do meu mestrado.

 Minha primeira parada foi em Nimes onde somente passei o dia.

Nimes possue o Maison Caree um antigo templo romano construído no período de Augusto, e hoje um dos bem mais conservados. Também a Arena de Nimes, um antigo anfiteatro romano também construído na época de Augusto, e foi remodelado e virou uma praça dos touros. A ultima parada seria o Jardines de lá Fontaine, um jardim com varias estatuas e fontes.

Bom, a arena de Nimes por fora é bastante impressionante pelo seu tamanho, por dentro é possível sentar  16 mil pessoas em suas arquibancadas, porém hoje não se usa mais para as touradas mas sim para shows e consertos, desse modo ela possue um teto movél e outras modernidades para adapta-la ao uso atual. Eu achei isso super triste, e embora seja possível visita-la por dentro eu não quis entrar em uma antiga arena para ver milhares de cadeiras e outras coisas usadas para shows. Então me contentei em andar em volta e sob os arcos do andar térreo.

Segunda parada o Maison Carree. O antigo tempo estava fechado para reforma. Aqui pela Europa quando vão reformar algo eles fecham as facadas com uma espécie de tapumes desenhados. Fiquei decepcionada, tudo o que me restava era entrar e pagar para ver um filminho de gladiadores no seu interior. Eu queria era mesmo ver o templo, então resolvi era seguir para o Jardines de Fontaine. Que de fato é bem bonito. Mas a essa altura eu já estava desapontada. Havia uma ruina no topo do morro, mas me deu preguiça,  mais a combinação sol escaldante + mochila. Resolvi então procurar o centro turístico para encontrar o ônibus para ir a Pont Du Gard, um antigo aqueoduto construído a cerca de 20 km de Nimes e Avignon, o segundo seria minha próxima parada.

Eu ja havia verificado o horário do ônibus para o Pont du Gard na internet, mas para a minha surpresa ele não existia mais, minha única saida foi pegar o trem para Avignon, e se tivesse sorte tentaria ver o Pont du Gard no dia seguinte antes de embarcar para Nice.

Avignon é uma cidade localizada na região de Provença, que foi morada dos papas durante o século 14 e 15, e sua construção mais famosa eh de fato o Palais des Papes (Palácio dos Papas). A cidade antiga eh murada, e possui algumas torres, uma "meia ponte" no Rio Reno e algumas vielas e belas construções.

Avignon chegou a ser a primeira província trasanlpine do Império romano. A cidade foi então disputada pelos Bunrgandies, Arles e Godos. A cidade só virou centro dos papas no século 13 quando foi escolhida pelo Papa Clemente V como sua residência. Essa escolha causou problemas com a igreja católica, mudando seu centro de Roma para Avignon. Foi usada pelos papas de 1309 a 1377, e pertenceu aos papas até 1791, quando durante a revolução francesa foi reincorporada de volta a Franca.

Como Avignon está nas margens do Rio Reno, cheguei a ler no albergue (que era em uma ilha no reno) que em caso de subida súbita das águas, uma sirene tocaria e que era para todo mundo procurar abrigo. O albergue parecia um prédio de escola, não é um bom lugar para conhecer outros viajantes. Meu quarto tinha 2 beliches, nada fora do padrão.

A cidade em si é bem charmosinha com suas ruas estreitas, museus, igrejas e estatuas. Naquela noite assiste a Inglaterra ser eliminada pela Alemanha sentada as margens do Rio Reno com a vista do Palácio dos Papas e uma dezena de alemães. Divertido divertido!

Dia seguinte de fato fui a Pont Du Gard de manhã. A construção é bem impressionante. São 50 km de aqueduto construído entre Nimes e Uzes. Hoje é parte do Patrimônio da Humanidade da Unesco e quinto lugar mais visitado por turistas na França. A ponte está localizada em um canyon e possui cerca de 49 metros de altura. Super bem preservada e aparantemente em termos de engenharia foi construída sem a necessidade de um mortar. Como eu não entendo nada disso não posso dar uma explicação mais detalhada, mas vale a pesquisa para quem estiver curioso.

De volta a Avignon peguei um tgv para Nice, onde então passaria mais 3 dias e visitaria a tão famosa Riviera Francesa.
 
Nice é de fato bonita, a cidade antiga como todos os outros lugares é cheia de pequenas vielas e construções bonitas. A cidade é a quinta maior da França e a maior da Riviera, então nãoo tem nada de pacata. E o modo mais fácil de conhecer a cara riviera francesa, usando Nice com ponto central. A cidade fica a 30 minutos de ônibus de  Mônaco. O percurso ate Cannes é mais demorado uma vez que para em Antibes e outros lugares. Me levou 2 horas, mas custou somente 1 euro. O trem leva 30 minutos e custa 6 euros. Hahahahah De olho na economia.

As praias são todas de pedra. Praia de pedra tem seus benefícios nao enchem o bikini e a canga de areia, porém fica sempre a sensação de forno do calor refletido pelas pedras. Todas as praias possuem duchas gratuitas, o que eu adorei.

Mas acabei mesmo curtindo praia em Cannes, onde fui por dois dias seguidos. A cidade é bem bonitinha e as praias são de areia. Fiquei na de frente para o Palácio dos Festivais onde ocorre anualmente o Festival de filmes de Cannes.

O que mais me impressionou na cidade foi a marina. Os yatches que vi por lá eram de deixar de boca aberta. Os cassinos não possuíam nenhuma fachada impressionante, como os cassinos de Monte Carlo (ou até mesmo os de Nice). Mas mesmo assim achei a cidade agradável.

No dia seguinte fui a Mônaco. Mônaco é um lugar encantador. Pois é um principado de somente 2 km quadrados. Também possui uma marina bacana. A cidade é bem cuidada e os prédios dos Cassinos é de deixar qualquer um de boca aberta. Para os fãs de Formula 1, é uma emoção sem igual andar pelo percurso de rua e pelo tão famoso túnel.


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Croácia: Supetar, Bol e Split



 De Hvar Town pegamos a balsa para Supetar na ilha de Brac, onde está a famosa praia de Zlatni Rat em Bol.

Supetar é um pouco diferente de Hvar, é bem mais família, sem grandes resorts; possui uma praia calma na baia da cidade. Algumas opções de alimentação e vários pequenos mercadinhos.

Ficamos em um confortável albergue (Villa Sunce, 15 euros por pessoa por noite em quarto twin com café da manha incluso), quarto duplo com banheiro. Os donos eram croatas que moraram na Alemanha, então os inglês não era o idioma falado aqui, porém a senhorinha dona do hotel era uma fofa e queria falar comigo de qualquer jeito e deixou a filha a cargo das traduções; a senhorinha sabia tudo de novelas brasileiras inclusive a favorita Rei do Gado e o lindo do Bruno Mezenga. :)  Como eu havia dito em outro post as novelas brasileiras são exibidas na Croácia com legenda em croata.
 
No dia seguinte alugamos uma motocicleta para ir para o outro lado da ilha e ver Bol. Aqui tem bastante opção de alugar quadriciclos e motocicletas. Lembre-se que segurança é primordial e ninguém quer se acidentar durante uma viagem, então usar capacete é necessário e dirigir com calma pela serra também.

Bol é um pequeno vilarejo, com uma famosa praia chamada Zlatni Rat. Essa praia é um lugar diferente e em constante mudança devido as fortes ventos, o que torna o lugar ideal para a prática de kite surf e Wind surf. A praia em si é em formato de lingueta, de pedras, com uma água de um azul lindo, porém gelada, e fica super fundo em questão de metros, desse modo acabamos não ficando muito.
 
No dia seguinte seguimos em um barco para Split, e como a distância é de somente 18 km estávamos em Split em 30 minutos.

Split é a segunda maior cidade da Croácia. A cidade é antiga e interessante, construída em torno das ruinas do Palácio romano do Imperador Diocleciano construído em 305 DC. A região central é Patrimônio da Humanidade da UNESCO. A cidade também é o centro cultural da Croácia desse modo tem várias opções de museus, música e esportes.

As ruinas do palácio você consegue ver em torno de 2 ou 3 horas. Andar por ali e tomar um sorvete são um bom passeio. Não deixe de ver a estatua do bispo Gregório de Nin (eu vi muita gente tocando os pés dele, aparentemente para dar sorte).

Ficamos em um albergue fora da cidade (Hostel Adria, 20 euros por noite por pessoa em quarto dormitório com 4 camas), bom lugar para conhecer outros viajantes, café da manhã incluso, dormitórios limpos e arrumados e de frente para o Mar. Aqui não há uma praia em si, mas um deck.

Ficamos por ali 2 dias e depois voltamos para Londres.

Se tiver mais tempo pela Croácia não deixe de conferir Zadar e o lagos de Plitvice.

Como chegar a Croácia:
Voos da Easyjet para Dubrovnik e Split e da Ryanair para Zadar ambos saindo de Londres.
Split fica a 18km de Brac e 49km de Hvar.
Há algumas opções de como ver o país, você pode alugar um carro e ver toda a costa, ou pode pegar um cruzeio de Dubrovnik a Split e vice-versa, há também cruzeiro para os mais jovens recheados de festas.