quinta-feira, 4 de abril de 2013

Cingapura

Cingapura é um lugar bem curioso. Uma cidade país, densamente populado com 5 milhões de habitantes, em sua maioria Chineses, Malaios e Indianos, onde inglês é normalmente falado, já que esse lugar foi uma colônia inglesa.

A cidade-país possui uma qualidade de vida similar aos países desenvolvidos com muitos confortos dos países do ocidente, é um país muito rico quando comparado com seus vizinhos no sudeste da Ásia. Desse modo é um país muito mais caro para visitar que Tailândia, Malásia e outros. Geralmente digo que os preços por aqui são similares ao da Austrália, ou seja salgados. Porém como está bem localizado há muitos voos de companhias áreas baratas como a Tiger Airways e Air Asia saindo daqui para o resto da Ásia, e acaba sendo um destino popular para quem vai fazer alguma escala e compras. Nesse aspecto achei o aeroporto de Cingapura um dos mais legais e bonitos que já vi.



A cidade tem regiões diversas como Little India, Chinatown, a região Árabe e o Distrito Colonial. Há também várias áreas para fazer compras, a região da marina, e também Sentosa uma ilha resort com parque de diversões e cassino. Há várias opções de museu também .Por ser um lugar tão diverso há espaço para diferentes religiões também, e você pode visitar mesquitas e templos hindus e chineses. 


 
Não espere um lugar cheio de liberdades, Cingapura tem os mesmos costumes tradicionais que o resto do Sudoeste Asiático e de modo geral as pessoas são bastante educadas e solicitas. Você corre o risco de levar multas altas se você fumar em lugares públicos ou atravessar a rua fora da faixa de pedestres.
 
Se locomover por aqui é bem fácil com muitas opções de ônibus e metrô. Com relação há alimentação há várias opções dos tradicionais fast-food até muita opção asiática, principalmente Chinesa. Por aqui eu comi uma sobremesa tradicional da Malásia, rã e a famosa fruta fedida chamada Durian.


É uma cidade bastante verde, com vários festivais e eventos ocorrendo durante todo o ano, incluindo a única corrida de Formula 1 que acontece a noite. Como Cingapura está a somente 136 km ao norte da Linha do Equador, prepare-se para muito calor e umidade com temperaturas em torno de 30 graus célsius durante o ano todo.


quarta-feira, 20 de março de 2013

Bolívia: Sucre & Santa Cruz de La Sierra

De Uyuni peguei um ônibus para Sucre. Pensei bastante se pararia em Potosi para ver as antigas minas, mas decidi que eu precisava de um lugar mais tranquilo e Sucre parecia ideal.

Sucre é uma cidade bem diferente na Bolívia, não tem aquele ar de favelão, chamada de a cidade branca, é uma cidade super pacata, super limpa e organizada, o que acaba dando um ar todo diferente ao lugar. A cidade tem sua história ligada a mineração de Potosi, e por isso é ainda uma cidade mais rica e conservadora.

Acabei passando 2 dias aqui só descansando. Fiquei em um Hostel legal, mas não consigo lembrar o nome, já que não sabia onde me hospedar, e as únicas recomendações do meu guia estavam sem vagas. Cheguei em Sucre no meio da noite, rodoviária fechada, mega medo de ter de ficar na rua. Toquei a campainha de alguns hotéis e todos estavam cheios. Eu estava mega cansada, e ainda tinha tido que trocar de ônibus em Potosi e não havia dormido. Então sentei na frente do hotel mais iluminado e esperei o dia clarear, a boa noticia é que o lugar é super movimentado e tem ônibus parando naquela rua a cada 5 minutos. É bem longinho para andar da rodoviária até o centro da cidade. Assim que a rodoviária abriu fui tentar pegar um taxi e achei outros dois turistas e perguntei para onde eles iam e se importariam se eu fosse junto, já que não sabia onde ficar. Eles concordaram e dividimos um táxi até a cidade.

A cidade é Patrimônio Cultural da Humanidade, e dessa forma tem várias coisas interessantes para ver. Na Plaza 25 de Mayo, você encontra a catedral de Sucre coma Virgem de Guadalupe forrada de jóias, a prefeitura, a Casa da Liberdad - um dos museus mais importantes do país e também alguns grandes casarões presentes que também estão presente por toda a cidade. Outro passeio é a região da Ricoleta com o Mirante e o Monastério.  Tem ainda a Plaza da Liberdad com um grande obelisco, e também o teatro da cidade. Já na Parque Bolívar você encontrará uma replica da Torre Eiffel, é onde as famílias locais levam as crianças no fim de semana. Há muitas outras igrejas e museus que valem a visita se você tiver tempo. Alguns lugares mais afastados e sem movimento você tem de tomar alguns cuidados extra com segurança.

No mais se você não quiser fazer muita coisa, só de andar pelas ruas e observar a arquitetura das construções históricas o que já é muito interessante visto que a cidade é um museu a céu aberto.

Sucre definitivamente vale uma visita.


 

Segui para Santa Cruz de La Sierra, mas como não é uma cidade turística, é hoje a maior cidade da Bolivia, mas não acho que tenha nada interessante por lá. A única mudança é a altitude, e Santa Cruz é bem quente mesmo no inverno. Aqui os artigos de lã que são baratos pelo resto da Bolívia são bem mais caros. Só há um caminho para lá saindo de Sucre, é uma estrada de terra, e se algum veiculo quebrar no caminho, ninguém mais passa, e foi bem isso que aconteceu. Quando eu menos esperava o motorista do ônibus já estava indo barranco abaixo e cruzando riachos para achar um caminho alternativo. Um caminhão de combustível havia tentado a mesma peripécia e acabou quebrando no meio do nada. Mas chegamos bem.

Já na cidade aproveitei ficar andando sem muito rumo e ver a catedral principal na Plaza 24 de Septiembre, aqui também há o Museo Histórico. Perto da praça você encontrará a Manzana Uno uma região de com várias exibições culturais e de arte.

Para ir ao Aeroporto Viru-Viru há um mini-onibus que saí do ex-terminal. Não lembro o preço mas é bem baratinho. O aeroporto em si não tem muito o que fazer, mas tem wi-fi. Não se esqueça de economizar $20, já que esse é o preço do imposto pago para sair do país em voos internacionais.


terça-feira, 19 de março de 2013

Bolívia: Salar do Uyuni

Depois de duas noites em La Paz pegamos o ônibus noturno para Uyuni. Algumas pessoas preferem pegar o trem até ônibus até Ouro e depois o trem para Uyuni, mas eu acho que não compensa a economia, visto que o trem não é tão frequente. Também achei que o ônibus noturno não compensou muito a economia em acomodação, foi de perto a pior jornada de ônibus que já estive. A estrada é terrível, então você acaba não descansando de tanto que o ônibus chacoalha. Fazia tanto frio que as janelas congelaram, e eu estava com um medo do vidro se quebrar. Talvez no trem você venha a descansar mais. Viajar pela Bolívia é uma aventura então se prepare.

Chegamos em Uyuni bem cedo, e já fomos procurar um tour para o salar já naquele dia. Há muitas operadoras para esse passeio, e como quase todas oferecem o mesmo pacote, é meio difícil saber qual escolher. Uma coisa é certa se o preço for muito mais barato do que o preço normal de $100, pense bem pois provavelmente a alimentação vai ser insuficiente, ou a acomodação não vai ser tão boa, e etc. Escolhemos a Andes Salt Expedition, porém no fim descobrimos que devido a baixa temporada, as agências estavam trabalhando juntas, então embora você comprasse o pacote de uma, acabava indo com a outra. Recomendo que compre o pacote já em Uyuni, simplesmente porque quando você comprar em outra cidade fica difícil saber a qualidade do veiculo que você vai, ou oque exatamente está incluindo no seu pacote. Além do que muitas agências tem histórico de acidentes. Você pode também começar ou terminar seu passeio em San Pedro-Atacama no Chile ou em Tupiza na Bolivia.

O passeio geralmente de 3 dias e 2 noites, há outras opções de 1 dia ou de 4 dias, mas escolhemos o básico. As 10:30 hrs começou nosso passeio e a primeira parada foi no cemitério de trens, que fica a não mais que 10 minutos do centro de Uyuni. A cidade foi um dia um importante hub para os trens que transportavam os minerais produzidos na região até os portos na região do Pacífico, porém com o colapso da indústria da mineração os trens foram abandonados por ali mesmo desde os anos 40. O lugar é meio um playground para os adultos. Todo mundo sobe nos trens, e se diverte bastante.

Seguimos então para o deserto de sal, ficamos ali por 1 hora, tirando foto pelo deserto enquanto o motorista preparava o almoço. Alimentação simples cuscus, frango e salada. Dali seguimos para a Ilha Incahuasi, uma ilha rochosa no meio do deserto repleto de cactus. Como tudo ali o lugar é totalmente diferente e inusitado, uma ilha de cactus no meio do deserto. Alguns cactus são quase gigantes e estão ali há muitos anos.

Depois seguimos para a nossa acomodação naquela noite. Um hotel de sal, onde tudo é literalmente feito de blocos de sal, as camas, as mesas, as pedrinhas do chão. Ali o motorista preparou um chá da tarde, com chá e bolachinhas. O hotel era na saída do deserto, então até o por do sol, podíamos ficar admirando aquela imensidão do deserto de sal. O hotel tem um chuveiro, e tem de pagar uma taxinha (10 bs) para usar o chuveiro de água quente. Esse será o ultimo banho nos próximos 2 dias, já que no segundo hotel não há água quente. Eu acho que vale a pena tomar um banho se aquecer, pois faz muito frio no deserto, e venta a noite inteira. As camas eram confortáveis e com bastante cobertas, mesmo assim ainda usei meu saco de dormir. Um problema extra comum a todos os hotéis é a dificuldade de recarregar baterias, algumas deixam a eletricidade ligada por somente algumas horas, e possuem somente algumas tomadas, onde quase todo mundo luta para recarregar suas coisas.

No dia seguinte fomos para várias lagoas diferentes - Lagoa Verde, Lagoa Altiplana e Lagoa Colorada, as cores são criadas devido aos minerais que vem das montanhas. Nesses lugares é possível avistar os flamingos, que se alimentam por ali. O cenário é de tirar o folego, com as montanhas ao fundo. Também visitamos um a árvore de pedra e um outra área rochosa.

No último dia fomos até os geisers e águas termais onde é possível entrar na piscina, e se aquecer um pouquinho. Aqui tem um desafio. A água esta deliciosamente quente, e o lado de fora muito frio, você vai ter coragem de tirar a roupa e entrar na água e depois sair no frio?


O que levar: lanterna, água, snacks pois nem sempre a alimentação é o suficiente, roupa quente, lenço umedecido (no segundo dia no salar, é mais provável que não terá chuveiro com água quente), remédio para dor de barriga e dor, lanterna, dinheiro, chinelos, protetor solar e labial, óculos de sol, e saco de dormir. Não esqueça de levar roupa de banho para o ultimo dia nas piscinas termais.

Só posso dizer que embora toda a dificuldade da Bolívia, o Salar do Uyuni é único. Uma das coisas mais bonitas que já vi na vida.

Ultimas considerações:
Recomendo começarem em uma cidade e terminar em outra, por exemplo começar em Uyuni e terminar em São Pedro do Atacama, pois meu tour começou em Uyuni e foi até a divisa com o Chile e o que fizemos no terceiro dia foi passar 8 horas no carro voltando para Uyuni, por um caminho diferente então sem muita coisa para ver. Outro ponto, e mais provável que o seu guia só fale espanhol, e não está nem um pouco interessado em dar muitas explicações. Os hoteis usados ao longo do caminho são compartilhado com outros tours, e no meu caso cada tour tinha seu quarto, com 6 camas. Os banheiros não sao totalmente limpos e geralmente insuficiente para o numero de hospedes. Último ponto sobre essa viagem, geralmente vão 6 pessoas no carro, e se elas forem legais você se divertirá muito mais, se elas forem insuportáveis, provavelmente vai ter confusão. O nosso tour começou atrasado pois os 3 israelenses foram tomar café da manhã, eles aliás causaram um monte durante o trajeto, comiam grande parte da comida sem perguntar se alguém queria mais e eram de modo geral muito arrogantes, achando que o passeio era somente deles. O meu grupo incluia eu e o meu amigo, ambos brasileiros, um canadense, e os 3 israelenses. Ou seja como eu disse, a companhia do seu passeio vai ter um impacto direto na sua viagem.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Bolívia: La Paz e Tiwanaku


Saímos de Copacabana em um ônibus local bem velho, a viagem levou entre de 3 a 4 hrs. Pegamos o ônibus mais simples e mais barato, já que o ônibus turístico só sai em torno das 18:30, e não queríamos chegar em La Paz de noite.Assim que o ônibus chega em Tikina, todo mundo tem de sair do ônibus e pegar um barco até o outro lado do rio. Custa em torno de 1.5 bs, porém da um pouco de medo já que o ônibus entra em uma balsa para lá de suspeita de tão simples que é, o resto das pessoas entra em um barco quase super lotado. Não parece que tem muito risco, mas as águas do rio são um pouco agitadas, e o barco balança bastante. No final tudo deu certo, subimos de novo no ônibus e seguimos para La Paz. Lá o ônibus não parou na estação central, mas o motorista disse que de onde estávamos era fácil pegar um táxi até o lugar que havíamos reservado.

Eu estava tão nervosa e com muito medo da violência de La Paz. De cara o lugar parece um favelão! Eu já havia lido milhares de coisas sobre todos os tipos de "scam" da cidade, que era só para pegar táxi oficial (que tem uma espécie de um domo com número em cima, e se algum desconhecido subir no táxi com você, desça imediatamente), muito cuidado com os pertences, não ajudar ninguém na rua, se alguém jogar algum liquido em você, vai esperar você começar a ase limpar para roubar sua carteira e assim por diante. Outra coisa é que policial aqui usa roupa verde, não é roupa preta ou roupa casual, se alguém se aproximar de você e disser ser policial, sai andando. Quando estávamos indo embora pegamos um táxi que não era oficial e no caminho para a rodoviária o taxista quis parar para dois policias de roupa preta subirem no táxi, eu imediatamente comecei a gritar e disse que ninguém subiria no táxi, ele tentou argumentar que já estávamos pertinho da estação, dissemos que não e dissemos para ele não pegar ninguém. De todo modo todo cuidado é pouco!

La Paz tem museus, igrejas, uma praça central bacana, mas o que muita gente vem aqui para fazer em um downhill de bicicleta, tour a Tiwanaku e tour para Chalcataya, uma montanha bem próxima. Adoro uma aventura, mas o downhill era demais pra mim, basicamente você desce montanha abaixo de bicicleta no que é dito uma das estradas mais perigosas do mundo, quem fez diz que é demais, que é perigoso, que é lindo. Eu queria muito subir o Chalcataya, uma montanha de 5486 metros de altitude. Porém esse passeio é bem popular, e quando tentamos comprar o tour já havia se esgotado os lugares, visto que não há muitas operadoras para o passeio. Então recomendo se você quiser fazer esse passeio reserve assim que chegar em La Paz

Nós fomos para Tiwanaku. O lugar poderia ser muito mais impressionante, mas infelizmente o governo Boliviano não dispõe de investimento para escavações do site, e mesmo assim Tiwanaku é Patrimônio da Humanidade da UNESCO. Aqui você encontra ruínas de uma civilização pré-inca. O museu é bem explicativo, e você aprende bastante sobre os Aymaras - grupo indígena da região dos Andes. Algumas coisas estão bem conservadas como os o Portal do Sol e o Portal da Lua, e as faces esculpidas nas pedras das paredes, bem como alguns totens.

 No mais, só tome água de garrafa mineral, e tome cuidado com a alimentação. Ainda mais que devido a altitude quem não está acostumado pode vir a passar mal.

Para quem quer fazer compras há bastante opções aqui, principalmente produtos de lã de alpaca. Tente pechinchar, e fique de olho na qualidade, caso contrario depois de uma lavada sua blusa pode vir a se despedaçar. É um bom lugar para comprar meias e luvas de lã e outros suprimentos para quem vai indo para o deserto do Uyuni.


Ficamos em um hotel de duas estrelas chamado Hotel Milton. O quarto não é muito grande, o banheiro é espaçoso com água quente, café da manhã simples incluso em torno de $13 por pessoa por noite em quarto duplo. Não achei excelente, mas serviu para o propósito, já que era bem localizado, e bem próximo da rua do mercado das bruxas. Há outros hotéis e hostels para todos os bolsos.



sábado, 9 de março de 2013

Austrália: Phillip Island

Hoje fomos fazer uma passeio diferente, aproveitamos que era feriado e viajamos por cerca de 1 hora e meia e até chegarmos a Phillip Island.

Phillip Island é uma grande illha ao sul de Melbourne. A cidade tem vários subúrbios, o principal é Cowes. A ilha é de modo geral um lugar bem turístico, e devido a sua proximidade de Melbourne, é um destino popular para aluguel de casas de verão ou somente passeios de um dia.


Para chegar até aqui há opções de tours saindo de Melbourne, ônibus ou barco. Em caso decida ir de carro, a viagem é bem tranquila, e as estradas são bem sinalizadas.

Logo que chegamos encontramos o A Maze'N Things, uma espécie de casa maluca, muito legal para levar a criançada. Pelo lado de fora tem uma casa inundada, no telhado da casa há uma torneira aberta enchendo a casa de aguá, a água vaza pelas janelas e portas, um conceito bem interessante. Pelo lado de dentro há muitos espelhos distorcidos, uma labirinto e um hall de ilusões. Do lado de fora tem um mini-golf.

Os outros passeios interessantes para ambos crianças e adultos é a visita ao Nobbies Centre, um lugar repleto de vida selvagem, você poderá avistar as focas através de binóculos que custam em torno de $2 por 1 ou 2 minutos (não recomendo, pois até você configurar o binóculos para a sua vista, o tempo já acabou), ou até os pinguins que fazem ninho nessa região. Aqui você ainda pode avistar aves da região e até cobras. Em ultimo caso aproveita a vista que é deslumbrante. A entrada ao centro é gratuita, e ainda há descrição da vida marinha da região, um restaurante e uma lojinha. Para chegar até os penhascos e ao famoso blowhole, você caminha sobre uma longa plataforma de madeira. Na época de reprodução dos pássaros você não terá acesso a parte mais baixa das pedras.

Se você realmente quiser ver as focas de perto, há um tour na cidade com saídas diárias. Em casos de sorte, você poderá ver as focas no pier. 

Nós vimos uma foca aproveitando a sombra do pier, ou talvez esperando um almoço fácil dos pescadores que estavam ao lado.

Outro passeio popular é o Penguin Parade. Aqui no fim do dia você poderá avistar os pinguins que retornam do mar. O preço é um pouco salgado, em torno de $22. Tem também o Koala Conservation Centre, onde você poderá ficar bem pertinho desses animais, e custa $11. 

Aqui também tem praia para surfista, para família com águas calmas e cristalinas. Tudo com fácil acesso. 

Gostei bastante e recomendo o passeio.